CARNAVAL DE MAQUETE


               

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Grêmio Recreativo Escola de Samba de Maquete

Cárcara do Samba



Carnavalesco : Everton Santana
Samba utilizado(Escola/Ano) :
Interpréte : Marquinho Art'Samba

SINOPSE


Autor(es) :


Autor: Raphael Khaleb COM LUXO OU NÃO, CARCARÁ BRINCA O CARNAVAL COM EMOÇÃO.

Oh que saudades que tenho
Da aurora da minha vida
Da infância querida
Que os anos não lembram mais.

Que saudades que eu tenho dos antigos carnavais
Onde os amores aconteciam nos salões de baile
Pierrots faziam a alegria e os arlequins roubavam o coração das colombinas

Saudade das batalhas de confete
De ver os entrudos ranchos e os corsos invadindo as ruas da cidade
Os antigos bailes de mascaras
Que cantavam marchinhas para nossa felicidade

Saudade de “abrir alas”, de dizer que “o seu cabelo não nega”
De pedir “bandeira branca” ou até mesmo de pensar que “cachaça é água”
Saudade de ver as disputas entre Cacique de Ramos e Bafo da Onça.
Ver bate-bolas encantando as ruas ou ir atrás do bola preta.

Saudade de passear pela Rio Branco
Ver a cada ano uma decoração nova
Os grandes concursos de fantasias
Que do hotel Gloria eram a alegria.

E sabe o que me dá mais saudade? da Marques de Sapucaí.
Da linda voz que se calou. Da mulata que o príncipe encantou
De mãe e filho a girar com pavilhão e de ver o Império Campeão.
E num lindo encantar. A Carcará voltar a desfilar

Vejo o quanto tudo isso me faz falta
Lembro do Carnaval de Outrora
A minha grandiosa alegoria
Que me traz muita alegria

Escute o Samba
Enredo: "Com dinheiro ou sem dinheiro, eu brinco!"
Autores do Samba: Lequinho, Júnior Fionda, Alemão do Cavaco, Gabriel Machado, Wagner Santos, Gabriel Martins e Igor Leal
Intérpretes: Ciganerey e Péricles

Eu sou Mangueira, meu senhor
Não me leve a mal
Pecado é não brincar o carnaval!

Chegou a hora de mudar
Erguer a bandeira do samba
Vem a luz à consciência
Que ilumina a resistência dessa gente bamba
Pergunte aos seus ancestrais
Dos antigos carnavais, nossa raça costumeira

Outrora marginalizado, já usei cetim barato
Pra desfilar na Mangueira

A minha escola de vida é um botequim
Com garfo e prato eu faço meu tamborim
Firmo na palma da mão, cantando laiálaiá
Sou mestre-sala na arte de improvisar

Ôôô somos a voz do povo
Embarque nesse cordão
Pra ser feliz de novo
Vem como pode no meio da multidão

Não, não liga não!
Que a minha festa é sem pudor e sem pena
Volta a emoção
Pouco me importam o brilho e a renda
Vem pode chegar
Que a rua é nossa mas é por direito
Vem vadiar por opção
Derrubar esse portão
Resgatar nosso respeito
O morro desnudo e sem vaidade
Sambando na cara da sociedade
Levanta o tapete e sacode a poeira
Pois ninguém vai calar a Estação Primeira

Se faltar fantasia alegria há de sobrar
Bate na lata pro povo sambar