CARNAVAL DE MAQUETE
U E S M

aguia
G.R.E.S.

Império da Águia


O NORDESTE “E A MULESTA” DE BÃO, TEM FESTANÇA E ROMARIA


Carnavalesco : Fernando Rodrigues
Samba utilizado(Escola/Ano) : Mangueira 2002
Interpréte : Jamelão

SINOPSE


Autor(es) : Fernando Rodrigues


O sol racha a terra, espanta o filho desse chão, sem esperança pra viver, vendo seu gado morrer, Vou embora do sertão, muito triste na viagem, o meu Deus quanta saudade, mim alegro ao saber, tá Chovendo nesse chão, mim encho de esperança, arrumo minha mala, ô meu Deus que alegria, vou Embora com Maria, estou de volta pro meu aconchego, trazendo na mala bastante saudade;
Oxente minha gente, essa história não é minha, vou contar com alegria, o meu nordeste é a Mulesta de bão, no dia de são José, aro o meu chão com emoção, chegou chuva no sertão, colho o fruto Que a terra mim dá, vou fazer meu manguza, preparo a a festa no terreiro, enfeito meu arraiá, preparei Minha quadrilha, tem balão e alegria, viva são João, é festa, é festança, vem folia e folejo;
Ergui minha sobrinha aos seus é frevo, é frevo é frevo, vou descendo as ladeiras a tristeza não Tem espaço, aqui só tem alegria, mim visto de cores, saiu nas ruas sou o maior da madrugada;
Trago no peito minha fé, sou folião de reis ou romeiro do meu Padim, faço reza e oração, saiu na Rua em procissão, valeime nossa senhora, ajudar-me nessa hora, esse podre sofrendor, que tanto promete Ao sagrado, minha fé é um bem guardado dentro do coração, o mar estar em festa, vou jogar flores pra Rainha Iemanjá, o homem do Bonfim suas escadas vou lavar;
Faço festa em oração pois sou filho desse chão, não vou embora nunca mais, pois aqui é meu lugar Já desfiz minha mala, sou feliz nesse lugar, não é conto de lamento, nem tão pouco de tristeza, sou nordestino de certeza, eu levanto minha bandeira ao mundo peço paz, pai de arara nunca mais.
Escute o Samba

Autor(es)
Lequinho e Amendoim

Puxador(es)
Jamelão e Clóvis Pê

Mangueira encanta
E canta a história que o povo faz
Vem mostrar a nação do valente sertão
De guerras e de sonhos imortais
A cada invasão, uma reação
Pra cada expedição, um brado surgia
Brilhou o sol no sertão
A luz de um novo dia
Lendas e crendices, mistérios que vem ao luar
No velho Chico naveguei, com meu cantar

No canto e na dança
No pecado ou na fé, vou seguir no arrasta pé
Deixa o povo aplaudir
Ao som da sanfona
Vou descendo a ladeira, com o trio da Mangueira
"Doce Cartola", sua alma está aqui


Padim, padre Ciço faça chover alegria
Pra que cada gota seja o pão de cada dia
Jogo flores ao mar pra saudar Iemanjá
E na lavagem do Bonfim eu peço axé
Terra encantada, tão predestinada
Tua beleza não tem fim
Brasil, no coração eu levo paz
Pau de arara nunca mais

Vou invadir o nordeste, seu cabra da peste
Sou Mangueira
No forró, no xaxado os filhos do chão rachado
Vêm com a Estação Primeira